TDAH - Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade
10 de Maio de 2017


O TDAH é um Transtorno Neurológico, genético que tem início na infância e pode permanecer na vida adulta. Ele é caracterizado por um grupo de três alterações: HIPERATIVIDADE, IMPULSIVIDADE e DESATENÇÃO.


O diagnóstico é realizado a partir da história de vida do paciente, colhendo informações com familiares, escola e demais ambientes que o indivíduo convive, não há nenhum tipo de exame ou teste que permita fazer o diagnóstico deste transtorno, porém questionários, testes e avaliações auxiliam na investigação dos sintomas.


O TDAH é observado nas crianças em um percentual de 3% a 10 % e em adultos em torno de 4%.


HIPERATIVIDADE: é o aumento da atividade motora. A pessoa hiperativa é inquieta e está quase constantemente em movimento.


IMPULSIVIDADE: é a deficiência no controle dos impulsos, é “agir antes de pensar”. Podemos entender impulso como a resposta automática e imediata a um estímulo.  No TDAH, as reações tendem a ser

imediatas, sem reflexão.


DESATENÇÃO: a pessoa não consegue manter a concentração por muito tempo, se começar a ler um livro, na metade da página não consegue lembrar o que acabou de ler. Até mesmo numa conversa é capaz de perder o fio da meada. A desatenção é responsável por erros tolos que o estudante comete em matérias que ele seguramente domina, mas que no momento da prova sua atenção caiu.



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A pessoa com TDAH é comumente muito desorganizada, graças, em primeiro lugar, à falha da atenção, mas também devido à sua hiperatividade. Por isso, frequentemente perde ou não sabe onde colocou objetos tais como canetas, óculos, livros, chaves, telefone celular, etc., e não é raro depois achar esses mesmos objetos nos locais mais estranhos, porque foram inadvertidamente colocados ali num momento de distração, quando outro estímulo desviou a atenção do que a pessoa estava fazendo.  Os sinais de hiperatividade e impulsividade costumam “perder força” com o passar dos anos. Em razão disso, a sintomatologia do TDAH difere de acordo com a idade: quanto mais jovem maior a chance de ter sintomas de hiperatividade.


A Associação Americana de Psiquiatria, através de uma publicação oficial chamada Diagnostic and Statistic Manual (DSM, que está na sua quinta edição, a DSM-V), propõe que para se diagnosticar TDAH devem estar presentes no mínimo 6 de uma lista de 9 sintomas de desatenção e/ou, no mínimo, 6 de uma lista de 9 sintomas de hiperatividade e impulsividade. a ocorrência desses sintomas seja frequente.É necessário que esses sintomas existam desde a infância ou início da adolescência. Requer que esses sintomas estejam causando prejuízo no funcionamento da pessoa em duas ou mais áreas de sua vida, como no trabalho ou na escola ou no relacionamento afetivo. Outra condição é que esses sintomas não estejam sendo provocados por nenhum outro transtorno.


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TRATAMENTO: O programa de tratamento, de modo geral, deve sempre incluir esses 3 componentes:  Informação e conhecimento; Medicação;

Recursos Terapêuticos ( Terapia Ocupacional, Psicologia,

Psicopedagogia, Exercícios Físicos e etc.)


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