A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA PEDIÁTRICA
20 de Abril de 2018

        Quando um encaminhamento é realizado para tratamento com Fisioterapia, ou mesmo surge a vontade do paciente e/ou responsável de conhecer este serviço, o primeiro passo é passar por uma avaliação.

            Muitos pais/responsáveis, na ânsia de já iniciar o tratamento do filho, ficam desapontados quando chegam na clínica e a primeira sessão é uma avaliação, porém, assim como o médico precisa avaliar o paciente para então dar seu diagnóstico e suas diretrizes de tratamento, nós fisioterapeutas também temos a avaliação inicial como parte fundamental para nortear os objetivos terapêuticos a serem alcançados, principalmente quando se tratam de bebês e crianças, pois estão em fase de crescimento e suas peculiaridades são decisivas no momento da escolha da melhor intervenção por parte do fisioterapeuta.

            Uma avaliação ideal consiste em um mapeamento completo, tanto na entrevista ao responsável, tanto ao exame físico do paciente, buscando não somente identificar o motivo pelo qual o paciente/responsável buscou a fisioterapia, como também suas possíveis causas.

            Um exemplo que acontece com frequência em nossa prática profissional é o torcicolo postural. Geralmente, quando avaliamos, notamos que a criança não possui um encurtamento tão importante que justifique o posicionamento lateralizado da cabeça, mas identificamos a preferência do paciente pelo lado acometido. Quando perguntamos aos responsáveis como é a rotina do bebê, muitos relatam que é difícil observar a cabeça do mesmo voltada ao lado contralateral, e que os mesmos permitem a postura por uma irritação da criança a partir do momento em que se tenta organizar a postura cervical.


                                                                 


            Neste contexto, se identificou duas vertentes do tratamento: a fisioterapia convencional para ajustar a musculatura afetada e também a orientação aos pais/responsáveis sobre posicionamentos, manejos e estimulações a serem realizadas em âmbito domiciliar. As duas intervenções se complementam e fazem o plano terapêutico atingir o objetivo final. Sem uma avaliação criteriosa, não se identificam fragilidades e o tratamento não atingirá o sucesso esperado.

            É possível utilizar-se de várias ferramentas durante a avaliação, bem como na reavaliação deste paciente após algum tempo de intervenção, tais como escalas, questionários e medições que traçarão objetivos ou realinharão o tratamento já empregado, visando sempre facilitar ao paciente a apropriação de sua melhor performance global.

            O fisioterapeuta seguirá sua linha de raciocínio no momento da anamnese para buscar o maior número de informações, por este motivo, sugerimos aos pais/responsáveis que nos tragam os dados com a maior clareza e transparência possíveis, além de todos os exames pertinentes pois, aliados à avaliação física do paciente, um objetivo mais concreto e atingível será identificado e, posteriormente, alcançado.


                                                                       

@2018 por Puxavante | wAdvice

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